História do Café no Brasil Imperial
História do café no Brasil Imperial

Capítulo I

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Os Souza Breves e seu império de café
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Possuem imensas terras, florestas quase impenetráveis, cujos refúgios são os únicos as conhecer. Milhares de escravos lhes pertencem a quem podem amotinar para opor a força à força. O nosso novo hospedeiro era destes a quem se atribuíam estas espécies de lendas, e o primeiro aspecto de sua moradia contribuía para reforçar a credulidade daquilo que se ouvira narrar.
Ao terminar o jantar apareceu o fazendeiro - o todo poderoso, Coronel Joaquim José de Souza Breves. Era um homem de setenta e três anos, que não parecia contar mais de cinquenta; homem de seis pés de altura. Apesar do aspecto um tanto bravio, tinha ares de grande fidalgo. Quando entrou na sala, vestido como um roceiro, metido em botas que lhe iam até o alto das coxas, levantaram-se todos. Os filhos e netos vieram beijar-lhe a mão, e os escravos curvaram-se para lhe pedir a benção. (Conde d’Ursel - 1873).


títulos

  1. O Patriarca da família no Brasil - Antonio de Souza Breves

  2. A Sesmaria de Antonio de Souza Breves

  3. O Capitão-mór José de Souza Breves, chefe dos Breves "graúdos"

  4. Divisão das terras do Capitão-mór José de Souza Breves aos seus herdeiros (Março de 1840)

  5. Testamento de Dona Maria Pimenta de Almeida, esposa do Capitão-mór José de Souza Breves (Agosto de 1842)

 

 

 

 

 

 

 

Fazenda Santo Antônio da Olaria

 

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