História do Café no Brasil Imperial
História do café no Brasil Imperial

Capítulo II

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O rei do café no Brasil Imperial
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O Comendador Joaquim José de Sousa Breves, foi o maior dos Breves, figura patriarcal de grão-senhor rural. O mais opulento fazendeiro no Brasil Imperial, rei do café de sua época. Nasceu em 1804 na fazenda Manga Larga em Piraí, faleceu em 1880 na fazenda de São Joaquim da Grama, em São João Marcos, sede das inúmeras propriedades agrícolas que lhe pertenciam. O maior dos Breves era de um temperamento impulsivo .... Ao dinheiro não dava grande apreço, achando que a moeda, redonda como é, foi feito para rodar. Na sua fazenda da Grama, magaçadas de cédulas do Tesouro Nacional escorriam pelas gavetas entreabertas e uma das criadas graves, velha preta, que assimilara a voz e os gestos da patroa, confessou pouco antes de morrer, que se apoderara sub-repticiamente de muitas dessas boladas, para mandar comprar cosméticos e água-de-cheiro aqui no Rio.(Agrippino Griecco - 1927)


títulos
......... Da Marambaia ao Piumbí - O feudo dos Breves   
 
  1. Comendador Joaquim José de Sousa Breves

  2. Imperial Guarda de Honra de Dom Pedro - 7 de setembro de 1822.

  3. Maria Isabel de Moraes Breves

  4. O desaparecimento de Joaquim Músico

  5. Marco do poder agrário dos Breves

  6. Relação de fazendas - os grandes latifúndios

  7. As fazendas e a produção de café - Inventário do Comendador

  8. A produção de Santo Antonio de Olaria - Inventário do Comendador

  9. Auto de Partilha - total dos bens - Inventário

  10. Inventário do "rei do café" - Fazenda Bela Aurora

  11. A revolução Praieira e Pedro Ivo

  12. Joaquim José de Souza Breves Filho - O Republicano

  13. Cartas do rei do café.

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História do Café no Brasil Imperial - Rio de Janeiro, RJ.